terça-feira, 30 de setembro de 2014

1º Congresso Germano-Latino-Americano sobre a Filosofia de Hegel Observações para a crítica de Hegel a crítica à razão de Kant

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Como representante do esclarecimento e partidário da ciência moderna, Kant chega à intelecção de que a metafísica não satisfaz à exigência de ser uma ciência. A Crítica da Razão Pura distingue o uso empírico e transcendente da razão e efetua, por um lado, uma nova interpretação da ciência e, por outro, uma nova atribuição do status das ideias metafísicas antigas, com efeito, não criticadas. Kant não queria abandonar a metafísica, caso ela não fosse possível como ciência.

Hegel questiona por que Kant não se refere ao conteúdo dos pensamentos da metafísica e, portanto, não os examina acerca da sua verdade ou inverdade e se dedica, em vez disso, a uma crítica principal do conhecimento. Sua crítica aos elementos epistemológicos da filosofia kantiana estabeleceu um novo padrão para toda filosofia após Kant, que, conforme o dito de Hegel, assim como a metafísica, deve ser ciência. Hegel mostra que Kant defende um dogmatismo das categorias das ciências naturais e exclui os objetos da conformidade ao fim interior do âmbito do conhecimento objetivo. Ele critica o conceito de conhecimento instrumental de Kant como autoconsciência de um pensar que assume a prática máxima do esclarecimento – de considerar tudo como meio para o ser humano – como máxima teórica. Naquilo que mais tarde é denominado o “pensar instrumental” (Adorno) Hegel vê um abandono fatal da verdade para a filosofia.

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Elementos da Teoria Marxiana do Capitalismo: um comentário sobre o livro I de O Capital de Karl Marx - Christian Iber

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O presente livro é, mundialmente, o único comentário integral do livro I de O Capital de Karl Marx. Devido ao desmoronamento do “socialismo real” e o declínio do marxismo oficial temos, há mais de 20 anos, o completo triunfo da economia liberal. Sua dominação torna-se completa e global. Por isso, a tematização da teoria de Marx sobre o capitalismo faz-se necessária. O livro pretende fazer uma separação entre a teoria marxista e o marxismo, entre Marx como cientista e filósofo e Marx como fundador da visão marxista de mundo. Como cientista que pratica filosofia no modo da sua negação, a pretensão de Marx se refere ao todo. Ele executa uma ruptura tanto com a ciência da Economia Política bem como com a efetividade da sociedade burguesa.

ISBN: 978-85-66923-12-4
Nº de pág.: 595

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Esquerda e Direita Política Hoje - Explicação


Neste vídeo o Filósofo Fabio Goulart explica de maneira simples e definitiva as diferenças entre Esquerda  e  Política hoje tendo como base o cenário político brasileiro. Adicione aos favoritos,curta e compartilhe.  

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

A Transfiguração em Arthur C. Danto - Larissa Couto Rogoski

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A obra visa investigar o conceito de transfiguração na obra A transfiguração do Lugar-Comum, de Arthur C. Danto, e seus conceitos formadores como possibilitadores de uma teoria da arte capaz de dialogar com obras de arte de todas as épocas e de todos os tipos. O método a ser utilizado é de leitura crítica de obras filosóficas pertinentes ao assunto que esclareçam e permitam conexões de pensamentos sobre o tema. Com uma análise de cada conceito proposto por Danto em sua obra, que identifica suas similitudes e complementações, tenta visualizar um mapa conceitual onde as partes de interrelacionam e possuem sua convergência no conceito de transfiguração. A descrição dos conceitos faz com que a teoria de Danto e sua coerência interna possa ser melhor compreendida como válida e digna de argumentações pertinentes a história da estética e da arte, além de indicar possíveis reflexões a serem analisadas futuramente a fim de enriquecer o entendimento da teoria e suas consequentes utilizações na compreensão do pensamento sobre a arte.

ISBN: 978-85-66923-04-9
Nº de pág.: 104

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O Funcionalismo na Filosofia da Mente - Lucas Fontella Margon

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O estudo que segue traz uma apresentação de uma das ramificações que estudam a alma do ser humano, hoje melhor considerada a mente. O funcionalismo é uma das correntes que foram abandonadas, por falta de argumentos de defesa, mas que com a crescente onda de estudos e as tecnologias que se aprimoram, várias perguntas, que antes tinha sido deixadas de lado, ressurgem. Cabe a este texto trazer uma pouco da história dessa teoria tão interessante e procurar mostrar que talvez seja possível continuar pensando nela.


ISBN: 978-85-66923-00-1
Nº de pág.: 66

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

O Materialismo Eliminacionista de Paul e Patricia Churchland - Luiz Roberto Carlos Stern

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Qual é a verdadeira natureza dos processos e estados mentais? Em que meio eles ocorrem, e como se relacionam com o mundo físico? A capacidade de pensar sobre as coisas, sobre a própria existência e tomar atitudes é o que significa dizer que seres humanos possuem “mentes”, diferenciando o homem dos demais animais? Assim, não causa surpresa que a tentativa de esclarecer o que significa “ter uma mente” esteja no centro das preocupações da tradição filosófica ocidental. Entre as alternativas possíveis, o materialismo eliminacionista trata a relação mente-cérebro como pseudoproblema já que preconiza a própria dissolução do conceito de mente.


ISBN: 978-85-66923-01-8
Nº de pág.: 108

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Artigo novo publicado, sobre Marx e Marcuse

O trabalho alienado age de tal maneira no sujeito que aos poucos o mesmo perde a sensação de sair de casa para ir trabalhar e passa a sentir que sai do trabalho para ir para casa, o local de trabalho torna-se seu habitat, o ser tona-se estranho ao seu jaz antigo lar. Na verdade toda sua vida além da vida na atividade de trabalho torna-se estranha. Muitas vezes para suportar tanta energia mortífera que emana o sujeito passa se identificar com sua atividade de trabalho, degrada-se em “o professor, o vendedor, o mecânico, etc.”. Tal identificação é tão poderosa que faz muitos se afastarem de amigos, parentes, projetos pessoais e até mesmo da própria aposentadoria em nome da atividade de trabalho, evidentemente este processo é autodestrutivo para o sujeito, porém está alinhado à lógica de trabalho capitalista – na qual o sujeito enquanto humano morre muito tempo antes do sujeito enquanto trabalhador. [Leia mais no Link http://www.abavaresco.com.br/revista/index.php/opiniaofilosofica/article/viewFile/220/221 ] Com muito orgulho lhes apresento meu mais novo artigo publicado na revista Opinião Filosófica (Filósofo Fabio Goulart da página FilosofiaHoje.com)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A Fundamentação Ética do Estado Socioambiental - Orci Paulino Bretanha Teixeira

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A Ética Ambiental, discutida em sua dimensão jusfilosófica, corresponde aos deveres ético e jurídico de preservar o meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações. No entanto, na linha temporal de nossa existência construímos um universo somente para nós. O antropocentrismo clássico, substrato filosófico da proteção ambiental regido pelas nossas razões e técnicas, expandiu o pensamento explorador dos recursos naturais, como se fossem fontes inesgotáveis de recursos à disposição do homem. É fator decisivo reformular a ideia de que o progresso a qualquer custo sustenta-se por si mesmo para a nossa mudança de pensamento e de atitude rumo à sustentabilidade ambiental. No cerne das preocupações éticas, o conceito de responsabilidade jonasiano pode ser considerado uma superação da visão antropocentrista. Desse modo, é nos primados do princípio responsabilidade, da solidariedade e da dignidade da pessoa humana que focaremos o dever da humanidade para com o ambiente, incluindo-se todas as formas de vida, uma mudança de pensamento e de atitude frente à necessidade de preservar ou recuperar a qualidade ambiental. Surge um novo entendimento da natureza baseado na ética integradora, a Ética Ambiental, voltada a todos seres, entendidos como dignos de respeito e de vida; garantidora de uma relação harmoniosa entre homem e natureza, em uma visão orgânica, uma unidade. Em face da ameaça de destruição da vida no planeta, o dever de cuidado, baseado em novos princípios, poderá abrir a possibilidade de pensarmos um futuro menos doloroso para a natureza e os seres vivos. É nesse sentido que Hans Jonas estabelece uma ética para a sociedade tecnológica: é preciso haver vida futura, reconhecendo a interdependência da vida humana com a natureza e com todas as formas de vida. A correta convivência entre todos os seres vivos e o ambiente tem amparo na Filosofia da Natureza, um dos fundamentos jusfilosóficos para conceituar meio ambiente, definindo um marco que permite interpretar corretamente essa relação. Com o retorno ao conceito de unidade formulado pelos gregos na Antiguidade, o modelo hegeliano exposto na Filosofia da Natureza sustenta, a nosso ver, o Estado Socioambiental. Estruturado em princípios como o de Ética Ambiental, com o dever primordial de não romper com as leis da natureza, o Estado Socioambiental protege, preserva o equilíbrio ambiental e recupera a qualidade de vida em um ecossistema ecologicamente equilibrado. O caminho ora delineado aproxima de forma integradora a Filosofia e o Direito, uma visão holística, pois entendemos ser a defesa ambiental responsabilidade de todos, Poder Público e administrados, que formando laços construtivos devem auxiliar na legitimação de boas práticas ambientais, onde o cuidado passa a ser a força motriz de toda a ação. Sob o viés jusfilosófico, acreditamos que o imperativo jonasiano do dever de cuidar do ambiente é atual e essencial para a continuidade da vida.

ISBN: 978-85-66923-11-7
Nº de pág.: 270

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