terça-feira, 5 de junho de 2012

Desobediência Civil


domingo, 3 de junho de 2012

Crítica à Escola

*Clique no título abaixo para ler o texto escolhido*
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-1. A VIVÊNCIA ESCOLAR


-1.1 NASCIDO PARA IR À ESCOLA


-1.2 GUERRA NA ESCOLA


-1.3 A RACIONALIDADE DA ESCOLA


-1.4 ALUNOS DESINTERESSADOS OU AULAS DESINTERESSANTES?


-2. SOBRE A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO


-2.1 A REESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO EDUCACIONAL


-2.2 A EDUCAÇÃO COMO INVESTIGAÇÃO


-2.3 COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO


-2.4 SENSIBILIDADE PARA PERCEBER O PROBLEMA


-2.5 CRIATIVIDADE E DIÁLOGO


-2.6 PROFESSORES, TEXTOS E COLEGAS: SÃO OS EXEMPLOS


-2.7 CURRÍCULO RACIONAL




-3.1 APRENDENDO A PENSAR COM A PRÓPRIA CABEÇA


-3.2 DIFERENCIAÇÕES PERTINENTES ENTRE O RACIOCÍNIO E HABILIDADES


-3.3 SOBRE O PENSAR DE ORDEM SUPERIOR E O PENSAR COMPLEXO


-3.4.1 HABILIDADES DE INVESTIGAÇÃO


-3.4.2 HABILIDADES DE RACIOCÍNIO


-3.4.3 HABILIDADES DE ORGANIZAÇÃO DE 

INFORMAÇÕES


-3.4.4 HABILIDADES DE TRADUÇÃO


-3.5 SOBRE O JULGAMENTO


-4. A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO E A SOCIEDADE POLÍTICA (4.1 MEIOS E FINS)


-4.2 A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO PARA COMBATER O PRECONCEITO


-5. AUTOCRÍTICA REFLEXIVA da CRÍTICA À ESCOLA


-5.1 A INCOERÊNCIA DA ESCOLA


5.2 A FILOSOFIA NA ESCOLA


-CONCLUSÃO e REFERÊNCIAS da CRÍTICA À ESCOLA

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O GRANDE ENGODO DO CONCURSO DO MAGISTÉRIO 2012

     Tal como já se afigurava pelas manifestações dos representantes da educação estadual e da Fundação que realizou o concurso, o número de reprovados foi alarmante (quase 92%). Isto que foram aprovados 5224 concursandos (sem dizerem com que notas!) e não se comparou com os 78000 inscritos (a comparação foi apenas com os que realizaram a prova; certamente para não ficar mais feio ainda o resultado). Disso, ao contrário de muitos comentários tendenciosos e/ou sem o mínimo de conhecimento de causa ressaltam vários aspectos.
     De plano que tinha o nítido caráter arrecadatório para a FDRH. Basta que se veja o valor cobrado de inscrição, se comparado com concursos do próprio Estado para carreiras muito melhor remuneradas como são os casos da Jurídicas. Concursos de Procuradores, Promotores e Juizes, bem como das carreiras auxiliares de tais atividades vem cobrandos taxas de inscrições muito menores do que foi cobradas dos professores; UM ASSINTE. (Foi cobrado R$121,00)
     Depois o nível e temas das questões. Dificilimas e de duvidoso proveito para a atividade docente. Aliás, cabe um desafio: Se o Secretário diz que a prova foi de “nível médio” qual seria seu desempenho se prestasse aquela prova absurda que foi aplicada? E ainda cabe ao Doutor (em Educação) José Clóvis tentar resolver aquelas questões para vermos como seria seu desempenho. Qual seria seu desempenho? Me atrevo a dizer que ficaria no grupo dos mais de 90% enganados pelo Estado...
Outro aspecto que não vejo ninguém abordar é sobre a adequação do instrumento de avaliação. Nos meus diversos estudos de Pedagogia e Didática, repetidamente meus mestres disseram que quando uma avaliação traz como resultado um mau desempenho dos avaliandos, cabe não só analisar os avaliandos, MAS TAMBÉM E SOBRETUDO O INSTRUMENTO UTILIZADO PARA AVALIAR. Não vi uma linha sobre tal enfoque. Foi, é e será sempre mais fácil atribuir aos avaliandos o problema; o instrumento de avaliação parece ser SACROSANTO.
     Parece também que não se perquire os reais objetivos do concurso. Me atrevo a acusar que a intenção era obter o resultado que foi obtido. Assim fica fácil justificar a manutenção dos CONTRATADOS, pois “NÃO HÁ BANCO DE CONCURSADOS PARA NOMEAR”. Com isto se economiza bastante e a real preocupação com a EDUCAÇÃO que se lixe. Vale mais é jogar para a torcida, mantendo tudo como está, embora se use o episódio como uma FALSA E FARSANTE TENTATIVA DE “MUDAR”. Vamos continuar o engodo que tem sido nossa Educação Pública. Pobre da nossa Gente, pobre do nosso futuro!
     Cabe ainda perquirir este concurso que reprovou docentes QUE TINHAM SIDO APROVADOS EM UM OU DOIS OUTROS CONCURSOS ANTERIORES. AGORA EMBURRECERAM? Não; é o tipo de avaliação, maldosa, descabida e com nítido caráter de tentar enganar a sociedade e continuar pisando nos docentes, como, infelizmente tem acontecido nos últimos tempos. E como explicar que professores que estão a 5, 10, 15, 20 anos lecionando (contratados ou nomeados que buscaram ampliar carga) agora SÃO INAPTOS para o magistério estadual? Piada!
     Flagra-se uma atitude COVARDE, pois é mais fáciel jogar a pecha de burros e inaptos aos que acreditaram estar participando de uma avaliação séria. Na verdade se está diante de uma grande armação, onde o resultado buscado pelas “autoridades” fosse a reprovação em massa. CHEGA DE HIPOCRISIA E FAZ DE CONTA! Tal prática e comportamento resultará numa Educação Pública MAIS DEFICIENTE E PIOR, que só se soma a DESVALORIZAÇÃO e às outras práticas desqualificantes da Educação (Ex.: Politecnia) que está sendo proporcionada às nossas crianças e jovens. QUE TRISTE E DESESPERANÇOSO É O NOSSO FUTURO! QUANDO ISTO MUDARÁ E TEREMOS LÍDERES REALMENTE COMPROMETIDOS COM UMA VIDA MELHOR, UM FUTURO PROMISSOR ONDE SE POSSA BUSCAR REALIZAÇÃO PESSOAL?
IMPÕE-SE QUESTIONAR! URGE MUDAR!
Prof. PEDRO ROBERTO SCHUCH


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Pedro Roberto Schuch - Advogado
R. Joaquim Pedro Soares 1066 - N. Hamburgo - Fones (51) 96938269 - 35937671
"Quem não valoriza e não respeita o PROFESSOR, não valoriza a educação e compromete o futuro da Nação

quarta-feira, 30 de maio de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

É Fim do mês ! É !



Para mim essa é a música que melhor explica a máquina falsificadora de sonhos e trituradora de homens chamada "Industria Cultural"... Vivemos num mundo onde o fim do mundo é menos perigoso que o fim do mês... eu lhes toco Raul!!! Mas tenha cuidado, afinal hoje é fim do mês...