quinta-feira, 11 de setembro de 2014
O Argumento do Pombo
-Neste vídeo o Filósofo Fabio Goulart apresenta uma história com jeitão de fábula, mas na verdade é uma crônica da vida real que nos tem muito a ensinar. Vale a pena assistir!
-Se gostar clique no “gostei” e adicione aos “favoritos”, pois isso nos ajuda a continuarmos nosso trabalho. :) Compartilhe com seus amigos! Comentários são muito bem vindos, mas lembre-se do argumento do pombo kkkkkk
-Normalmente em discussões na web, um dos lados quando fica sem argumentos, cai em falácias e começa a agredir verbalmente o interlocutor (propriamente a clássica falácia argumentum ad hominem), para, em seguida, sair "cantando vitória", (falácia da falsa proclamação de vitória).Trata-se de uma técnica inferior... Não seja assim.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
Investigação acerca da possibilidade de uma estética em Karl Marx - Ricardo Luis Reiter
LIVRO GRÁTIS PARA DOWNLOAD
O autor tenta a realizar uma investigação sobre a possibilidade de uma teoria estética em Karl Marx. Essa investigação busca entender a relação que, para Marx, existe entre estética e a vida social e humana do homem. Para que essa investigação possa ter êxito, serão apresentados alguns conceitos fundamentais na filosofia de Marx, tais como o conceito de alienação, o conceito de homem e o conceito de espiritualidade. A partir dessa fundamentação, será desenvolvida uma argumentação, fundamentada principalmente sobre os Manuscritos Econômico-Filosóficos e os Grundrisse, a favor da existência de uma estética em Marx. Por fim, será desenvolvido também a relação que existe, para Marx, entre a produção artística e a produção material sob o prisma da sociedade capitalista.
ISBN: 978-85-66923-17-9
Nº de pág.: 134
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Ontologia sem Consciência: Ensaio acerca dos últimos temas de M. Merleau-Ponty - Vanessa Nicola Labrea
LIVRO GRÁTIS PARA DOWNLOAD
Escritas na fina linha que entrelaça a filosofia e a letra, e a fenomenologia e o estruturalismo, estas páginas articulam um desvio digno do gesto mesmo de filosofar, a saber, desovar a passagem entre o conceito de multiplicidade em Bergson e o invisível em Merleau-Ponty, sem caminhar pelo agenciamento já conhecido de Deleuze. A proposta deste livro é uma escrita sobre ontologia, uma ontologia, conforme a subtítulo dado por sua autora, Vanessa Nicola Labrea, “sem consciência”. Que esta ontologia seja sem “consciência” implique simplesmente que esta segunda categoria, por mais que serve a individualizar o sujeito humano, não consegue conter o processo difuso, descontínuo e dinâmico que é o pensamento. A consciência é boa para a normalização: não serve mais por uma filosofia crítica e criativa. Daí vem todo o rigor exigido pelo trabalho conceptual, especialmente aquele que articula um tratamento do princípio da “não identidade a si”, sendo que este tratamento não faz concessões ao inefável nem tampouco aos demais para-espiritualismos. Tecidas por intensidades, as singularidades necessárias para realizar o projeto de VNL surgem onde a lógica clássica aparece como mero servente da normalidade cognitiva. Desta forma, este livro mostra com verve que, aquém da argumentação, a filosofia, tal como a verdade, depende da criação ativa no e pelo discurso racional. - Norman Madarasz
ISBN: 978-85-66923-02-5
Nº de pág.: 68
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terça-feira, 2 de setembro de 2014
O problema da Indução em David Hume - André Luiz de Almeida Lisbôa Neiva
LIVRO GRÁTIS PARA DOWNLOAD
- Thadeu Weber
ISBN: 978-85-66923-08-7
Nº de pág.: 84
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terça-feira, 26 de agosto de 2014
Caos na Saúde Pública? O SUS funciona? - O Som da Verdade #18 #CaosnaSaúde
Antes de qualquer coisa, precisamos deixar claro que esta
não se trata de uma crítica apenas ao governo vigente, mas sim a todo o sistema
da saúde.
É obvio que o governo atual, aliás, todos os políticos
poderiam fazer, ou tentar qualquer solução para o caos que temos no SUS.
Você já precisou usar o SUS? Bem. Fazia tempo, mas muito
tempo que eu não precisava, pois sempre utilizo convênio médico empresarial.
Se você assim como eu tem a possibilidade de ter um plano de
saúde, ou mesmo pagar um médico e hospital particular, faça isso.
Precisei utilizar o hospital público, pois meu filho
apresentou quadros de problemas neurológicos, como dores de cabeça, espasmos e outros
problemas nos nervos, algo como uma convulsão.
Chegando ao posto médico de saúde,
fomos orientados a ir diretamente para um hospital da rede pública, pois a
situação era urgente.
Na emergência deste hospital, após uma espera
de quatro horas a pediatra o encaminhou para uma avaliação com o neurologista
de plantão (não para estes casos, pois ela era uma neurocirurgiã). Foi feito um
exame e nada foi detectado. Então esta médica especialista nos informou que ele
precisava urgentemente ser avaliado por um neurologista pediátrico em outro
hospital. Disse que ele poderia ser levado de ambulância, mas como demoraria
duas horas para o veículo ficar disponível, preferimos ir de carro rapidamente.
Chegando lá, uma pediatra o avaliou e
disse que ele estava bem (leia-se: não estava morrendo). Por isso, poderia ir
para casa, agendar uma consulta no posto médico para a próxima semana e voltar
ao hospital em caso de urgência.
Ficamos na dúvida. Por que uma
médica especialista nos orienta a procurar um neurologista pediátrico, mas a
pediatra diz que não é urgente? Há uma discrepância nestas informações e alguém
errou. Voltamos ao primeiro hospital para questionar isso da própria médica que
nos indicou que o caso era urgente.
O enfermeiro da triagem, já tentou
nos dispensar ali mesmo.
Disse que se a médica orientou ir para casa e agendar
a consulta, era para seguir esta recomendação. Após questionar dezenas de vezes
o desencontro das informações, após quase termos que chamar a polícia para ter
o atendimento solicitado, passamos por outro médico (após mais duas horas de
espera) era outro neurocirurgião de plantão, que disse que sua colega anterior
se equivocou e nos assustou por nada. Que isso provavelmente poderia ser apenas
um problema psiquiátrico e informou que provavelmente poderia ser síndrome de
Tourette. Sem os vários exames necessários para diagnosticar isso corretamente.
Disse com estas palavras: “- Não se preocupem ninguém morre disso!”. E reforçou
para agendar as consultas via posto médico regional.
Agendamos na sexta e o posto informou
que nos ligaria na segunda-feira para dizer para que dia ficasse marcada a
consulta. Mas no domingo ele teve outra crise e preferimos levar em um Hospital
de Pronto Socorro, dado o histórico negativo dos hospitais anteriores.
Falei com uma renomada psiquiatra,
Dra. Ana Hounie. E ela me informou que isso não parecia síndrome, que ninguém
pode adivinhar isso sem os devidos exames e que se ele tinha dores de cabeça, era
urgente sim e orientou a retornar ao hospital para avaliação neurológica. Seguimos
esta orientação.
Fizemos o boletim de atendimento no
terceiro hospital e na triagem, pasmem, informaram que também não possuíam esta
especialidade e sugeriram um quarto hospital infantil. Chegando lá, apesar da
demora, conseguimos o atendimento e a internação, do meu filho, pois
o médico informou que realmente este caso era emergencial. Mesmo com a
morosidade dos exames, falta de empatia e vontade por parte dos médicos ele está
sendo atendido.
Fica a pergunta: Se não era grave,
ou urgente, porque ele foi internado neste quarto hospital? Por que esta demora
e este desencontro nas informações?
Eu denunciei o caso para a câmara
de vereadores, para a secretaria de saúde e para a ouvidoria dos hospitais, ainda
sem resposta.
Mas o tempo que precisei ficar no
SUS, consegui ouvir e ver com os meus próprios olhos as reclamações das
pessoas. O tempo imenso que ficam em uma fila. Às vezes quatro horas para
receberem um diagnóstico falho, errado, ou sem os exames necessários. As
pessoas retornam para suas casas, pioram e precisam voltar ao hospital e esperar
horas novamente. Muitos desistem. E quantos não morrem na porta dos hospitais?
O descaso, a falta de aparelhos, especialistas, falta de vontade de
atender são fatores críticos para esta situação.
Porém, precisamos observar que
a falha parece ser muito mais estratégica e gerencial e até político do que simplesmente
operacional. Estas pessoas seguem protocolos e procedimentos – Como o de
Manchester – que não atende a população. Categorização por cores, portarias que
derrubam o direito garantido de certos atendimentos prioritários, são exemplos coisas básicas que poderiam mudar, mas nosso dever é o de denunciar
todos os casos para todos os canais possíveis!
Para ilustrar que o meu não é um
caso isolado, observe abaixo mais noticiais sobre o SUS e reflita sobre este
tema!!!!!!!
Gráfico de denúncias:
Notícias sobre saúde pública:
Como Denunciar:
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Enquanto houver ideologia, não vai haver medicina. #CaosnaSaúde
A ideologia é como um óculos, tem gente que usa um grau tão elevado que enxerga um mundo mágico diante do nariz. Hoje o médico perito que me "examinou" para a nomeação no concurso público começou a reclamar que teria que fazer muitos "exames". Eu não fiquei quieto e respondi:
"- Ainda bem que estão contratando tantos professores, só falta agora contratar mais médicos". Foi incrível, mas quando acidentalmente falei juntas as palavras “mais” e “médicos” ele deu um pulo em sua cadeira e do nada gritou que não faltam médicos no Brasil, disse que o Brasil é o país que mais tem médicos no mundo (Eu gostaria muito que isso fosse verdade) e que a educação pública deveria seguir o modelo chileno e ser privatizada, afinal o Chile teria a melhor educação da américa Latina (Informação equivocada, a educação no Chile decaiu muito após a privatização e é alvo de violentos protestos desde 2010), disse também que era um absurdo um médico sair da faculdade com um salário de apenas R$3.600,00 que por isso estavam precisando contratar cubanos (Realmente não é muito, mas ele também deixou claro que considera a profissão de médico muito superior a profissão de professor que passa pela faculdade, pelo mestrado, pelo doutorado e tem um salário médio de R$2.000). Daí eu fiz uma pegadinha e disse a ele:
“-Por isso eu sou um cara de direita”, os olhinhos azuis do caucasiano médico brilharam! Com a voz exaltada ele contou que fez parte de movimentos estudantis e que era de esquerda, mas que agora sabia que isso não “prestava”. Eu mudei o tom de voz e revelei que como filósofo não sou "de esquerda" nem "de direita", e que sempre tive asco dos DCE devido a gente que esta lá pregando discursos “revolucionários” e depois se torna alguma espécie de "monstro conservador" contrário à educação e à saúde pública, afinal “venceu na vida” e não precisa de educação e saúde pública (diz que é coisa de fracassado), pois pode pagar por serviços de mais qualidade. Disse a ele que “esquerda e direita” fazem parte de um jargão antiquando de uma política putrificada que não vale a pena ser repetida e que “vergonhoso” não era um salário de R$3.600, mas sim um médico, ou qualquer outa pessoa em um cargo público de nível superior, que repete discursos que não levam a lugar nenhum... Ele se calou, fez beicinho, disse “-não vamos entrar no mérito”, carimbou meu papel e respeitosamente pediu para que eu chamasse o próximo candidato.
(Filósofo Fabio Goulart da página Filosofia Hoje)
"- Ainda bem que estão contratando tantos professores, só falta agora contratar mais médicos". Foi incrível, mas quando acidentalmente falei juntas as palavras “mais” e “médicos” ele deu um pulo em sua cadeira e do nada gritou que não faltam médicos no Brasil, disse que o Brasil é o país que mais tem médicos no mundo (Eu gostaria muito que isso fosse verdade) e que a educação pública deveria seguir o modelo chileno e ser privatizada, afinal o Chile teria a melhor educação da américa Latina (Informação equivocada, a educação no Chile decaiu muito após a privatização e é alvo de violentos protestos desde 2010), disse também que era um absurdo um médico sair da faculdade com um salário de apenas R$3.600,00 que por isso estavam precisando contratar cubanos (Realmente não é muito, mas ele também deixou claro que considera a profissão de médico muito superior a profissão de professor que passa pela faculdade, pelo mestrado, pelo doutorado e tem um salário médio de R$2.000). Daí eu fiz uma pegadinha e disse a ele:
“-Por isso eu sou um cara de direita”, os olhinhos azuis do caucasiano médico brilharam! Com a voz exaltada ele contou que fez parte de movimentos estudantis e que era de esquerda, mas que agora sabia que isso não “prestava”. Eu mudei o tom de voz e revelei que como filósofo não sou "de esquerda" nem "de direita", e que sempre tive asco dos DCE devido a gente que esta lá pregando discursos “revolucionários” e depois se torna alguma espécie de "monstro conservador" contrário à educação e à saúde pública, afinal “venceu na vida” e não precisa de educação e saúde pública (diz que é coisa de fracassado), pois pode pagar por serviços de mais qualidade. Disse a ele que “esquerda e direita” fazem parte de um jargão antiquando de uma política putrificada que não vale a pena ser repetida e que “vergonhoso” não era um salário de R$3.600, mas sim um médico, ou qualquer outa pessoa em um cargo público de nível superior, que repete discursos que não levam a lugar nenhum... Ele se calou, fez beicinho, disse “-não vamos entrar no mérito”, carimbou meu papel e respeitosamente pediu para que eu chamasse o próximo candidato.
(Filósofo Fabio Goulart da página Filosofia Hoje)
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Lógica da Alteridade: Uma leitura da figura do Senhor e do Servo de Hegel - André Oliveira Costa
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Poderíamos afirmar que
a Filosofia de Hegel independe da alteridade para o seu
desenvolvimento? É possível compreendermos a alteridade como um
estatuto fundamental para o pensamento hegeliano? Trata-se de
perguntas que ingressam em grandes discussões a respeito do
pensamento de Hegel, assim como nas críticas que este sofre por
diferentes intérpretes. Se por um lado encontramos filósofos que
compreendem este conceito como um elemento suprimido da doutrina
hegeliana, por outro lado, verificamos leituras mais próximas que o
consideram um elemento necessário para o desenvolvimento de sua
estrutura sistemática como um todo. Nesse livro pretendemos
investigar o estatuto da alteridade na Filosofia de Hegel.
ISBN: 978-85-66923-23-0
Nº de pág.: 224
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Temas de Filosofia Política Contemporânea - Fernando Danner; Leno Francisco Danner
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A coletânea Temas de
Filosofia Política Contemporânea direciona-se à reflexão
teórico-prática acerca de concepções filosóficas e de desafios
correntes que perpassam as abordagens hodiernas no âmbito das
ciências humanas e sociais, correlatamente às preocupações
políticas que dão a tônica da orientação metodológico-normativa
dessas mesmas ciências humanas e sociais e, no presente caso, dos
colaboradores da referida coletânea. De modo concomitante, portanto,
esta coletânea quer pensar fundamentos de filosofias políticas
propriamente contemporâneas e a conceituação de contextos práticos
diversos, passando da política internacional para a política
democrática e desta para a crítica das instituições que dinamizam
seja a vida social de um dado contexto comunitário, seja a
realpolitik do próprio horizonte global.Teorias e práticas
políticas, sociais e culturais imbricam-se no exato momento em que –
e essa é a posição central dos organizadores da coletânea Temas
de Filosofia Política Contemporânea – a vida social é percebida
como o objeto e o mote da intervenção teórico-prática em termos
de análise nas ciências humanas e sociais. Inseridos em um contexto
vital e influenciados pelas visões de mundo (que nos tornam filhos
do nosso tempo) presentes nele, dinamizados pelos desafios por ele
apresentados, buscamos exatamente tal imbricação (da qual, de todo
modo, não podemos fugir ou à qual somos permanentemente chamados a
dar conta) como critério metodológico-normativo que possa
efetivamente promover a vinculação prática das ciências, do mesmo
modo como buscamos a própria importância das ciências humanas e
sociais para a problematização e transformação dos contextos
práticos. As ciências humanas e sociais, por outras palavras, têm
um papel em termos de cidadania política e de reconhecimento social
tanto quanto o temos cada um de nós, indivíduos e grupos sociais,
de participar e de intervir na vida social. Em vários sentidos, a
pretensão de objetividade que as guia e que guia as iniciativas
cidadãs e os movimentos sociais possui uma fundamentação
diretamente universalista, normativa.
ISBN: 978-85-66923-16-2
Nº de pág.: 376
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