sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Ninfomaníaca de Lars von Trier - Crítica aos "críticos"

Hoje estreia nos cinemas de todo Brasil o filme “Ninfomaníaca” do diretor cineasta dinamarquês Lars von Trier. Porém a única coisa que realmente me chamou a atenção neste filme foram as críticas, pra ser mais preciso: “os críticos”, aqueles que se julgam “a elite intelectual”. Muitos dos “críticos” que estão glamurizando o filme são os mesmos que vivem reclamando da “putaria” nas novelas, no bbb, na música pop, na internet, no 50 Tons de Cinza e no cinema Mainstream. Isto pra mim significa duas coisas: (primeiro) O quanto é ingênua e conservadora a visão sobre o sexo por parte desta elite, nem podem ver um piroca nas telas que já ficam impressionados. (segundo) Até no sexo eles quere arrogar para sim uma superioridade em relação a massa, se isso não for um flerte com o fascismo, certamente é um traço de insanidade. Quer saber a real diferença entre a novela das nove, o 50 Tons de Cinza, a Gaiola das Popozudas e o filme Ninfomaníaca??? Simples: O público alvo. Tudo é indústria, tudo é mídia. Sempre desconfio de quem arroga qualquer superioridade de uma forma de entretenimento sobre as outras. A arte verdadeira está bem longe disso tudo.
(Filósofo Fabio Goulart da página Filosofia Hoje)


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

google faz homenagem para filósofa Simone de Beauvoir

O google hoje está homenageando a filósofa Simone de Beauvoir! Acessem o site www.google.com e pesquisem um pouco sobre a vida e a obra dela 




quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Como devemos tratar o caso das Drogas?

O Usuário de drogas, não deve ser tratado como um criminoso e sim como um doente, ou dependente.

O grande problema é como investir tempo, informação, dinheiro e políticas públicas neste assunto, que cada vez mais vem se tornando um problema crescente em nossa sociedade, assim como em vários outros países.

A guerra, repressão e criminalização, das drogas e até mesmo de seus usuários, não tem resolvido o problema.

Não existem soluções rápidas, ou mágicas. Não é tão simples quanto parece, mas precisamos fazer algo. É aqui que entra sua reflexão. Queremos aqui seus argumentos sobre o assunto.

Vamos evitar o óbvio e o "Concordo - Discordo".
Vamos apresentar, argumentos com fundamentos e iniciar uma pesquisa de conhecimento aqui.

Será que devemos combater, descriminalizar, ou liberar a utilização?
 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Opinião sobre a morte do Esqueitistas no Bairro Rubem Berta em Porto Alegre

Já entendi a mentalidade da EPTC, É claro que essa rua não é e não pode ser de lazer, Pois ela fica no Rubem Berta e Rubem Berta é bairro de pobre, pobre pra eles não tem lazer - tem trabalho. Pra eles pobre que não trabalha é vagabundo, é bandido e bandido bom é bandido morto. Não sei como não falaram das hipotéticas passagens do mesmo pela FASE. Segundo o que disseram é culpa é do guri que tava sem capacete e não tava numa pista autorizada, mas dai eu pergunto, morei 20 anos no Rubem Berta, um bairro de 100mil pessoas aglomeradas em casas pobres e apartamentos de COHAB, não me lembro de pistas de skate por lá, na verdade tem muitas ruas que nem asfalto possuem. Pelo visto a morte do guri foi em vão, a rua só será de lazer se for transportada para o bairro Higienópolis. Pra mim está evidente: O que precisa mudar é a mentalidade das autoridades, não a dos esqueitistas.
(Filósofo Fábio Goulart da página Filosofia Hoje)


Para ler a notícia do fato clique aqui: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2014/01/rua-onde-skatista-morreu-apos-colidir-em-kombi-nao-e-de-lazer-diz-eptc-4382448.html?fb_action_ids=684303661613778&fb_action_types=og.recommends&fb_source=other_multiline&action_object_map=%5B195158697356508%5D&action_type_map=%5B%22og.recommends%22%5D&action_ref_map=%5B%5D


Theodor Adorno

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

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Mujica, teórico da transição pós-capitalista

Fonte: http://outraspalavras.net/blog/2014/01/06/mujica-teorico-da-transicao-pos-capitalista/
Texto completo e original: http://www.elpuercoespin.com.ar/2013/12/30/uruguay-mujica-basico-o-como-convivir-con-todo-aquello-que-se-detesta-por-antoni-traveria/

Em entrevista inédita no Brasil, ele debate causas do fracasso do “socialismo real” e afirma: para superar sistema, é preciso começar pelo choque de valores
Cada vez mais popular tanto nas redes sociais como na mídia tradicional, o presidente do Uruguai, Pepe Mujica, arrisca-se a sofrer um processo de diluição de imagem semelhante ao que atingiu Nelson Mandela. Aos poucos, cultua-se o mito, esvaziado de sentidos — e se esquecem suas ideias e batalhas. Por isso, vale ler o diálogo que Pepe manteve, no final do ano passado, com o jornalista catalão Antoni Traveria. Publicada no site argentino El Puercoespín, a entrevista revela um presidente que vai muito além do simpático bonachão que despreza cerimônias e luxos.
Mujica, que viveu a luta armada e compartilhou os projetos da esquerda leninista, parece um crítico arguto das experiências socialistas do século XX. Coloca em xeque, em especial, uma crença trágica que marcou a União Soviética e os países que nela se inspiraram: a ideia de que o essencial, para construir uma nova sociedade, era alterar as bases materiais da produção de riquezas. ”Não se constrói socialismo com pedreiros, capatazes e mestres de obra capitalistas”, ironiza o presidente. Não se trata de uma constatação lastimosa sobre o passado ou de um desalento. Mujica mantém-se convicto de que o sistema em que estamos mergulhados precisa e pode ser superado. Mas será um processo lento, como toda a mudança de mentalidades, e precisa priorizar o choque de valores: tornar cada vez mais clara a mediocridade da vida burguesa e apontar modos alternativos de convívio e produção. Leia a seguir, alguns dos trechos centrais da entrevista:
“A batalha agora é muito mais longa. As mudanças materiais, as relações de propriedade, nem sequer são o mais importante. O fundamental são as mudanças culturais e estas transformações exigem muitíssimo tempo. Mesmo nós, que não podemos aceitar filosoficamente o capitalismo, estamos cercados de capitalismo em todos os usos e costumes de nossas vidas, de nossas sociedades. Ninguém escapa à densa malha do mercado, a sua tirania. Estamos em luta pela igualdade e para amortecer por todos os meios as vergonhas sociais. Temos que aplicar políticas fiscais que ajudem a repartir — ainda que seja uma parte do excedente — em favor dos desfavorecidos. Os setores proprietários dizem que não se deve dar o peixe, mas ensinar as pessoas a pescar; mas quando destroçamos seu barco, roubamos sua vara e tiramos seus anzóis, é preciso começar dando-lhes o peixe”.
“A vida é muito bela e é preciso procurar fazer as coisas enquanto a sociedade real funciona, ainda que seja capitalista. Tenho que cobrar impostos para mitigar as enormes dificuldades sociais; ao mesmo tempo, não posso cair no conformismo crônico de pensar que reformando o capitalismo vou a algum lado. Não podemos substituir as forças produtivas da noite para o dia, nem em dez anos. São processos que precisam de coparticipação e inteligência. Ao mesmo tempo em que lutamos para transformar o futuro, é preciso fazer funcionar o velho, porque as pessoas têm de viver. É uma equação difícil. O desafio é bravo. Há quem siga com o mesmo que dizíamos nos anos 1950. Não se deram conta do que ocorreu no mundo e por quê ocorreu. Sinto como minhas as derrotas do movimento socialista. Me ensinam o que não devo fazer. Mas isso não significa que vá engolir a pastilha do capitalismo, nesta altura de minha vida”.
“Não sei se vão me dar bola, mas digo aos jovens de hoje que aprendemos mais com o fracasso e a dor que com a bonança. Na vida pessoal e na coletiva pode-se cair uma, duas, muitas vezes, mas a questão é voltar a começar. E é preciso criar mundos de felicidade com poucas coisas, com sobriedade. Refiro-me a viver com bagagem leve, a não viver escravizado pela renovação consumista permanente que é uma febre e obriga a trabalhar, trabalhar e trabalhar para pagar contas que nunca terminam. Não se trata de uma apologia da pobreza, mas de um elogio à sobriedade — não quero usar a palavra austeridade, porque na Europa está sendo muito prostituída, quando se deixa as pessoas sem trabalho em nome do ‘austero’”.
“Em toda a história do Uruguai, o presidente repartia as licenças de rádio e TV com o dedo. Tivemos a ideia de abrir consultas e processos democráticos baseados em méritos. Pensamos e realizamos! O que certa imprensa diga não me preocupa. Já os conheço. O problema que o diário [uruguaio] El País pode me criticar e se, algum dia, estiver de acordo e me elogiar. Seria sinal de que ando mal”.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Frases de Filosofia - É preciso ter asas quando se ama o abismo. Nietzsche

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