Tem um pessoal ai, que diz que racismo, homofobia, misoginia não existem e que movimentos sociais, são grupinhos que só se fazem de coitadinhos. É exatamente isso que o opressor pensa e quer fazer todos pensarem. Esse tipo de gente também diz que suas vítimas ‘se fazem de coitadinhos’... coitadinhos vagabundos que sofrem porque querem, por que escolheram um tipo de vida que deve ser punido. Os opressores querem que ninguém reflita sobre a origem do preconceito, da violência e do ódio, pois sabem que qualquer investigação rasa sobre isso apontará para seus rabos. Pois é... talvez, nenhum movimento social ‘mude nada’, mas pelo menos tentam fazer algo pelo ser humano e pelo menos ainda temos alguns que pensam nas vítimas. (Filósofo Fabio Goulart & Crítico Fábio Fleck – Da página Filosofia Hoje)
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Ceifadores de Ideias
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Lulu e Tubby : a infantilização sexual nas redes sociais.
Estes aplicativos (Lulu e Tubby) mostram a que ponto chegou a infantilização sexual nas redes sociais. Isso me faz lembrar a minha pré-adolescência, quando ninguém beijava ninguém, mas tinha o costume de escrever num caderno, de domínio público, opiniões sobre colegas de aula, que geralmente tinha uma conotação sexual. O tubby será um aplicativo usado por débeis mentais que substituem uma vida social e sexual verdadeira por um mundo virtual, cheio de fotos, vídeos, conversas fiadas e ideologia sexista sobre o "valor de uso" e "valor de troca" de pessoas. Como sempre, no fim o humano vira mercadoria. (Filósofo Fabio Goulart & Jéverton Soares dos Santos– Da página Filosofia Hoje)
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Benjamin e a Religião do Capitalismo
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domingo, 1 de dezembro de 2013
A filosofia era perigosa ao regime militar...
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sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Casamentos das Celebridades e o Fetiche gerado
Casamentos... Incrível como os casamentos atuais estão cada vez menos cerimoniais e cada vez mais espetaculosos. Sempre existiu o desejo de tornar o casamento da vida real um filme, todos parecem desejar ter um casamento de ‘celebridade’. Com base na fragilidade durabilidade dos casamentos das ‘estrelas’ creio que só existam estes casamentos para proporcionar tal fetiche. Porém isso só não basta, hoje é necessário que o casamento da vida real seja o casamento das telas. Produtoras de casamento não só se empenham em reproduzir as roupas, o buffet, e todo cerimonial das grandes estrelas da indústria cultural com prometem reproduzir todo o clima do mesmo, por mais ‘brega’ que seja. Casamentos temáticos mais do que uma tendência, são uma necessidade para quem quer ‘ser bem visto nas altas camadas da sociedade administrada’. O mais bizarro disso tudo se dá no fato de que os noivos e seu suposto amor tornam-se coadjuvantes e o “evento casamento” torna-se o protagonista indiscutível. Ou seja, o casamento que é o marco inicial da família, e essa é para muitos a base de nossa sociedade, tem todo sentido de sua cerimônia esvaziado, restando-lhe apenas uma grande festa que nada mais é do que uma vazia reprodução fetichiosa. (Filósofo Fabio Goulart – Da página Filosofia Hoje)
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
A ‘promessa de felicidade’ da indústria cultural
A ‘promessa de felicidade’ é sempre vendida em quase todos produtos da indústria cultural, claro que essa promessa é tão falsa quanto o sorriso de um carrasco ou da promessa de liberdade dada a todos recém chegados nos campos de extermino na Segunda Guerra Mundial . Também poderíamos definir a arte autônoma como promessa de felicidade, porém existe uma gigante e gritante diferença entres as promessa da arte verdadeira e da cultura pop. É normal vermos em novelas, filmes e músicas a exibição despudorada do mito do "amor sem classes”. Um dos maiores clichês é ver o galã rico que apaixona-se pela mocinha pobre e vice-versa. Também é notória a quantidade de histórias reproduzidas onde a família rica e socialmente bem sucedida esconde uma série terríveis escândalos que impossibilita a felicidade de seus membros, em contra a partida o núcleo pobre da trama traz personagens batalhadores que em meio a todas adversidades da vida conseguem gozar de uma felicidade invejável. Tudo isso se dá para reforçar e naturalizar a mito de que é na servidão que reina a verdadeira felicidade, mito este que conta a fantasiosa mentira de que não é necessário profanar a ordem vigente se buscamos a transformação da realidade, com isso vende-se a ideia de que lutar por algo assim seria pôr em risco a felicidade individual. Evidentemente a indústria cultural faz isso com pretensão de ocular o fato de que na verdade tal luta seria ameaçadora somente para as classes dominantes. A diferença principal entre as promessa de felicidade da arte e a semelhante promessa da indústria cultural reside no fato de que a promessa artística se realiza enquanto critica imanente da realidade vigente, já a promessa dos produtos culturais nunca se cumprirá efetivamente, pois em sua lógica o sucesso é necessariamente para poucos e para a maioria restante sobra-lhes a admiração e o recalcamento. (Filósofo Fabio Goulart – Da página Filosofia Hoje)
terça-feira, 26 de novembro de 2013
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