Chegamos a um estágio em que a relação da arte com a economia não pode ser descrita de outra forma que por meio do conceito de ‘patético’. Um indivíduo que vive do seu próprio do trabalho, e, portanto, com ou sem consciência disso: pertence a classe proletária. Ao pagar caro para usufruir de um tipo de cultura sem valor artístico, estético ou filosófico, como por exemplo ‘50 Tons de Cinza’, os livros da pseudo filosofia do Olavo de Carvalho ou os cds de Gustavo Lima, que, aliás, só reforçam as injustiças sociais presentes na realidade, acaba por ser punido pela miséria cultural do burguês: miséria que prova que ao menos na esfera intelectual as classes já não se distinguem mais. Por isso mesmo o aumento do consumo de bens culturais pelas classes C e D não significam nada para um país, e nunca significará nada se continuarmos seguindo esta lógica onde a elite lucra com a ignorância da massa. O que precisamos é uma educação crítica, libertadora e de qualidade, onde todos tenham acesso e compreensão da força transformadora da verdadeira arte e filosofia. Evidentemente não é com um cartãozinho de R$50,00 que se consegue isso... (Filósofos Jeverton Soares Dos Santos & Fabio Goulart – Da página Filosofia Hoje )
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
O direito liberal de se vender
Quando Locke dizia que "o meu corpo me pertence", ele estava dizendo o mesmo que "tenho o direito de vender minha força de trabalho para o capitalista em troca da sobrevivência". O liberalismo cinicamente sempre colocou a propriedade acima da liberdade e da vida, mesmo que na teoria a ordem axiológica seja bem diferente. (Filósofo Jeverton Soares Dos Santos – Da página Filosofia Hoje )
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A Ditadura do Ponto Final
As pessoas grosseiras costumam venerar o ‘Ponto final’. Elas adoram por ponto final em tudo! Conversas, debates, relacionamentos, opiniões, etc. Tudo na cabeça desta gente é passível de ‘ponto final’. Sei que ele muitas vezes é necessário, mas eu e minha vã filosofia detesto esta ditadura do ‘ponto final’. Prefiro os duplos sentidos das “Aspas” e o vazio reflexivo das reticências... (Filósofo Fabio Goulart – Da página Filosofia Hoje)
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Fotos de Defuntos
Na era Vitoriana era muito comum fotografar pessoas mortas para mantê-las vivas na memória. Isso pode até escandalizar as atuais gerações. No entanto, não será escandaloso também para as gerações futuras o fato de que num tempo como o nosso, onde poucos tem razão para sorrir, a esmagadora maioria das fotos que são tiradas retratam pessoas sorrindo? Isso não é tão macabro quanto as fotos vitorianas? (Filósofo Jeverton Soares Dos Santos – Da página Filosofia Hoje )
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Bandido morto...e agora? Isso é bom?
Não sou idiota a ponto de ficar chorando a morte de ladrão ou de criticar um policial que entre matar ou morrer fez o que era “necessário”. Mas não comemoro morte de bandido, na verdade fico preocupado com a situação da segurança pública atual e o que sinto é a total falta de segurança, educação, etc... “Bandido bom é bandido morto?” quem disse isso não consegue ver um palmo a frente do próprio nariz. O bom seria se nossa sociedade conseguisse criar condições para que não existissem bandidos. É triste olhar para um país e ver um povo glorificando a violência e comemorando quando um criminoso morre, claro que isso é compreensível, afinal se trata de um povo que se auto julga “sem escolhas” devido a insegurança pública e a péssima educação escolar, por isso prefere ver a mãe do ladrão chorar que ver chorando a mãe de um cidadão de bem, eu também penso assim, seria burrice pensar diferente, porém devemos refletir um pouco a situação. Certas vezes me questiono, se não é esta força negativa e esta tratativa de alegrar-se com a “vitória, ou derrota” de uns e outros que acabam alimentando de certa forma, tanto a criminalidade? Toda semana morre um ou outro cidadão de bem num assalto como este, também faz menos de um mês que um inocente foi morto por um PM em situação idêntica quando saia da garupa da moto de um amigo para pegar a sua moto num semáforo... mas o povo esquece... glorifica a violência e nem percebe que este comportamento só reforça a violência. Muitos comentaram neste caso que "o patrimônio vale mais que uma vida", certamente o ladrão pensava assim. Na verdade todo criminoso pensa assim, por isso sai pra matar e morrer. Ou seja, o pensamento “bandido bom é bandido morto” tem a mesma origem do pensamento criminoso que é capaz de assassinar um pai de família para roubar-lhe sua moto. O verdadeiro horror é vivermos num sistema onde o desfecho da situação entre “O bandido, o policial e a vítima” hora ou outra tem finais distintos, as vezes morre um, outras vezes morre outro, porém temos já como certo que isso irá acontecer. Neste cenário o fato do policial matar o bandido é mera contingência. Como já ouvi certa vez em um documentário, depois de matar um garoto, o policial pensou: "- Eu perco, ele perde, a sociedade perde e eu me pergunto todo dia, quem é que ganha???" Uma coisa me parece clara: Está nos faltando senso de humanidade, sem isso não podemos lutar contra a desigualdade, muito menos contra a violência. (Colunista Fábio Fleck & Filosofo Fabio Goulart – Da página Filosofia Hoje )
terça-feira, 15 de outubro de 2013
O desejo de segregar na casa do religar.
Como é fácil reverter uma situação argumentativa desfavorável e o povão cair na ladainha... Tem algumas figuras midiáticas se especializando nisso. Quando um pastor (nem precisa citar o nome né...) diz que " ser Gay é doença" ou "que ser Negro é maldição", não se engane, ele está usando algo literal e não qualquer outra figura de linguagem, Está expondo despudoradamente seu preconceito. Mas quando questionados sobre estes juízos ele diz: "não seja literal, eu não quis dizer isso, só repeti o que está na bíblia"... mimimimim... Isso nem me assusta tanto. O que mais me assusta é a quantidade de "ovelhas" que seguem estes "pastores". Infelizmente quando mais raivosa e reacionária é uma doutrina mas gente se identifica com ela. Esta é a verdadeira barbárie. Não estamos criticando apenas os seguidores dessas “igrejas” e “pastores” que assim se rotulam, criticamos também os cegos de outros tipos de “igrejas” e “pastores”, afinal: Aqueles que já não podem acreditar em Deus, acabam transferindo a sua vontade de segregação para o futebol, Tv, internet, clube social, partido político, etc. (Filósofos Jeverton Soares Dos Santos & Fabio Goulart – Da página Filosofia Hoje )
Homenagem ao dia dos professores
A foto é real! O belíssimo flagra foi eternizado pelo
fotógrafo Clayton de Souza, da Agência Estado em março de 2010. O ato heroico
ocorreu no dia 26 de março daquele ano, em confronto entre policiais e
professores em uma assembleia promovida próxima ao Palácio dos Bandeirantes –
no bairro do Morumbi, em São Paulo. Quanto à história por trás da imagem, há
muita controvérsia e muitas dúvidas ainda pairam sobre ela. Afinal, quem é o
herói da história? Seria mesmo um professor?
Não foi isso que a mídia contou no dia seguinte, quando as
notícias foram as ruas. Noticiou-se que era um policial à paisana infiltrado no
meio da manifestação e que o ferido era uma mulher, a soldado Erika Cristina
Moraes de Souza Canavezi.
A versão de que o “rapaz-herói” era um policial foi
exposta também pela própria Polícia Militar em seu blog. Mas algumas
questões ainda ficaram sem resposta. Por exemplo:
O que o policial estaria fazendo disfarçado no meio da
manifestação?
Qual é o nome desse sujeito?
Segundo o Viomundo, no dia 29 de março de 2010, os diretores
de subsede da Apeoesp de Osasco passaram o dia investigando a possível origem
do rapaz. Muitos se lembram de tê-lo visto em meio aos professores, mas
chegaram à conclusão de que o suposto professor não fazia parte do sindicato,
mas isso não significa nada, afinal não só professores sindicalizados fizeram
parte do protesto.
Se realmente era um policial, o real motivo dele estar
infiltrado no meio dos professores, “fantasiado de professor”, a PM simplesmente
respondeu: “Ele estava no local, não disse o que estava fazendo”, respondeu a
assessoria de imprensa.
Se era um professor ou um policial: a identidade dele nunca
foi divulgada.
OPINIÃO: Sendo um policial ou um professor a PM ficou de sai
justa, em 2010 ninguém ainda pensava que a PM usava infiltrados pra promover a
baderna e manipular a opinião pública durante protestos, mas isso ficou claro
pra todos em 2013. Eu vi com os próprios olhos uma barbaridade destas. Olhando
a imagem eu apostaria todas minhas fichas que se trata de um professor, o rapaz
em questão é muito magro para ser um policial de elite do serviço reservado, também tem barba e
cabelo muito fora dos padrões da PM (e isso é coisa que não cresce da noite pro
dia). Mas se era um professor: Porque nunca venho a público??? Deixando de lado
todas as dúvidas que a imagem possa gerar, uma coisa não pode ser esquecida: TRATA-SE
DE UM EXEMPLO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADE EM MEIO A UM MOMENTO DE IGNORÂNCIA E
VIOLÊNCIA.
Fonte:
http://www.e-farsas.com/policial-ferido-e-carregado-por-professor-em-manifestacao-em-sp.html#ixzz2hnAqzBEl
domingo, 13 de outubro de 2013
Televisão no ônibus ?
Televisão no ônibus? O pior do transporte público como o ônibus não é só a demora, não é só a má qualidade do serviço, não é só a má educação dos cobradores e motoristas, não é só o elevado preço da passagem, não é só a superlotação. Como se não bastasse a mutilação física, o transporte público liquida com o espírito no momento que coloca uma maldita televisão com os mais vazios conteúdos possíveis. (Filósofo Jeverton Soares Dos Santos – Da página Filosofia Hoje )
Assinar:
Postagens (Atom)








