quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Greve: Uma estrada de mão dupla. É algo bom, ou ruim? - O Som da Verdade #4

 

A Greve do Latim: “Vagabundus Transitorium” é um ato de paralização coletiva do trabalho, a fim de obter benefícios dos empregadores, geralmente referente à reinvindicações de aumento de salário e melhores condições para o desempenho das funções.

Bem, o trocadilho talvez não tenha sido muito bom, nem muito engraçado, mas no fundo não deixa de estar correto, já que a palavra “Vagabundus” vem do latim e quer dizer “pessoa que anda sem destino”, de VAGARE, “errar, andar ao léu”, mais o sufixo: BUNDUS, “propenso a, cheio de”.  O que é uma verdade, pois os grevistas brasileiros podem não ser vagabundos, ou não são vagabundos, mas eles “estão” por hora, ou seja, transitoriamente sem fazer nada e vagando sem um rumo certo para poder chegar onde querem. Dadas às circunstâncias do enrijecimento do governo, empresários e outros setores da sociedade.

O governo atual, que alguns anos atrás, era um dos maiores apoiadores dos movimentos sindicais e trabalhistas, não está apoiando as dezenas de greves, principalmente dos funcionários públicos, que estão ocorrendo hoje. Para se ter uma ideia, nem mesmo a CUT está apoiando.

O que é muito fácil de entender, pois quando se está do outro lado, tudo muda agora a oposição é situação e vice-versa, com isso as responsabilidades mudam o trabalho, a visão, a intenção, tudo muda, para poder progredir, ou pelo menos para tentar.

A Greve é um dos melhores meios, ou um dos únicos meios, de promover uma batalha de solicitação de direitos, é uma arma trabalhista, homologada pela CLT, com o poder de decisão proletária, porém, como tudo tem dois lados, dependendo de como ela é utilizada, pode ser uma bomba, prestes a explodir para o lado dos empregados.

Vamos pensar no grande exemplo dos professores. O que faria você no lugar deles? Com muito trabalho, grande responsabilidade, uma digna missão, necessariamente de cuidadoso trato, porém, de baixa remuneração e de poucos benefícios.

É com certeza de se pensar, que você quer o melhor para seus filhos e com certeza, se algum professor humilhasse seu filho, ou ensinasse algo errado para ele, você cobraria uma resposta da escola e não descansaria enquanto não tomasse uma atitude.

Mas em contraponto, se um professor possui tamanha responsabilidade, há de se convir que ele tenha que ganhar mais e possua melhores benefícios, principalmente, pelo fator da motivação pessoal e profissional, pois afinal de contas, ele passará conhecimento e com isso uma série de valores para outras pessoas.

Entretanto, reflita: Você reagiria de mesma maneira se algum familiar seu, precisasse de atendimento médico por algum motivo grave e este fosse negado por um motivo como a Greve?

Logo a greve passaria de um honroso ato, para atitude banal, diante da necessidade da vida de um ser humano. É difícil discordar da greve e da necessidade dos grevistas, porém, é difícil sofrer as consequências das greves das mais variadas maneiras, o melhor mesmo é usar o bom senso, com argumentos construtivos e com uma direção racional. E terminamos sem resposta:

Gostaríamos de saber, o  que você acha da greve ? É algo bom, ou ruim em sua opinião?

Autor: Fábio Fleck


A Origem da Guerra



terça-feira, 21 de agosto de 2012

Nem Ateus nem Cristãos, Vejo é um monte de idiotas comentando na internet


"Discutir religião" é uma coisa boa.
Eu mesmo adoro "discutir religião."
porém o vemos nos comentários de internet não se trata de  "discutir religião.", mas sim de uma disputa de egos de muita gente desqualificada e IDIOTA.
...
Pessoal, antes de ser um idiota e tentar dizer que sua fé (ou a falta dela) é melhor do que a do outro:
Recomendo a leitura e amplo estudo do livro Critica da Razão Pura de Immanuel Kant.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Cachoeira um córrego de amizades, ou um poluído rio de Corrupção? - O Som da Verdade #3



O empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como o bicheiro Carlinhos Cachoeira, é o emblemático ponto focal do escândalo de corrupção, crime organizado e tráfico de influência, entre diferentes políticos brasileiros com várias empresas.
 
Uma delas, a mais divulgada e com razão, pelo tamanho do envolvimento na questão, é a Construtora Delta que recentemente teve novas ações descobertas. Estima-se que juntamente com 16 empresas de fachada, a mesma, movimentou a pequena bagatela de R$ 300 milhões.

No mesmo passo, em que o Brasil, possui cerca de 16,27 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza e o PIB brasileiro cresceu 2,7% em 2011, alcançando 4,1 trilhões. Tendo atualmente 14 milhões de analfabetos e investindo 5% do PIB em educação, podemos constatar que estamos em um país de contrastes radicais.

É bem verdade que, para mim, o maior problema do Brasil é a corrupção e o tráfico de influência, pois como podemos ver Cachoeira não está sozinho nesta jogada, ele possui milhares de contatos de todos os diferentes tipos do quadro social. Já crescemos em vários aspectos como Brasil e continuamos em pleno desenvolvimento, entretanto, pouca coisa funciona como deveria em nosso país, muito em função deste tipo de situação.

É demagogia aglutinada à politicagem barata, misturado com o desvio de poder e dinheiro incessante, capaz de comprar desde um cidadão comum, como um pai de família até a alta cúpula governamental do Estado.
Mas cabe a pergunta para cada um: - E você, não entra nessa?

Se lhe oferecessem, a possibilidade de crescimento, influência, poder, ou de conseguir algo tão sonhado, como um imóvel, uma empresa. Será que você não iria aderir à ideia de ser um contato de Cachoeira? De um “Laranja”, de um “Amigo-Investidor”?

Você prefere seguir o processo correto, ou prefere um caminho mais curto? O certo, ou o mais fácil? Entrar na fila ou furar?

É aquele velho “jeitinho brasileiro”, de sempre que estraga nossa índole, pois criticamos tanto estes políticos e personalidades públicas, que estão expostos, com suas fotos estampadas nas revistas e jornais, que nos esquecemos de nossas atitudes diárias. Isso também é corrupção!

Não se corrompa como o “SBC”, não mergulhe neste rio, não adentre neste córrego, pois talvez você se afogue e engula esta água podre, tão poluída. Não adianta criticar e ser igual, não concorda?

Precisamos fazer a diferença.

Autor: Fábio Fleck