Bairro Rubem Berta, Vila Santa Rosa, Porto Alegre RS
*Avaliado com nota 100(conceito máximo) pela orientadora da PUC RS
**Avaliado com nota máxima também pela professora titular da E.E.E.M. Santa Rosa.
EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS
EMPRESA: CarHouse Toyota
CARGO: Consultor Comercial (vendedor de veículos novos)
PERÍODO: De 2010 a 2011 (1 ano e 3 meses)
TRAJETÓRIA: Entrei na empresa para realizar prospecção e retenção de clientes, em pouco tempo me destaquei e comecei a realizar comparativos entre veículos, também fiquei responsável por elaborar índices e planilhas de satisfação de clientes e por dar treinamentos sobre produtos Toyota e mecânica básica. Após seis meses passei a auxiliar a área de marketing, onde desenvolvi o plano de ação da CarHouse nas mídias sociais(Youtube, Facebook e Twitter). Devido ao meu perfil e qualidade fui rapidamente promovido ao cargo de Consultor Comercial onde fiz vários cursos da Toyota para auxiliar no atendimento e na venda de carros 0Km.
PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES: Venda de Veículos, Seguros, Financiamentos, acessórios, consórcios, negociações em geral. Prospecção de novos clientes, retenção de clientes antigos, pesquisas de satisfação com clientes interessados em compra de veículos, pesquisas pós compra e serviços, elaboração de índices e planilhas de satisfação dos clientes, realização comparativos entre modelos Toyota e da concorrência, aplicação de treinamentos para colegas do setor. Desenvolvimento do plano de ação nas mídias sociais.
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EMPRESA: Atento Brasil S/A
CARGO: Consultor de Relacionamento (VIVO S/A)
PERÍODO: De 2007 a 2010 (34 meses)
TRAJETÓRIA: Entrei na empresa como auxiliar de suporte do Terra Networks S/A onde me destaquei e foi promovido a consultor de relacionamento da Vivo S/A com 10 meses de emprego. Sai da empresa após o fechamento do setor em Abril de 2010.
PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES: Gerência de contas empresariais, suporte porte à gerência e executivos de vendas da Vivo, atendimento diferenciado a clientes de alto valor, negociação de planos e tarifas de telefonia celular, fidelização de clientes, atingir metas de vendas e atendimento, elaboração e apresentação de tabelas de resultados pessoais e prestar todo tipo de suporte a internet dos clientes.
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EMPRESA: Exército Brasileiro
CARGO: Soldado
PERÍODO: De 2006 a 2007 (12 meses)
TRAJETÓRIA: Entrei como voluntário ao serviço militar, desfilei no 7 de Setembro montado a cavalo, fui Agente de Segurança aproximado Do Presidente da República em suas visitas a Porto Alegre e Alvorada, participei como auxiliar no Mundial de equitação militar, Participei da operação de combate à dengue, etc. Sai após cumprir o serviço obrigatório, com direito a “honra ao mérito”.
PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES: Guarda ao aquartelamento, treinamento físico e militar, respeito à hierarquia, trato e montaria de cavalos, apresentação em formaturas e o cumprimento dos mais diversos tipos de missões sempre que designado.
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EMPRESA: W3 Tech
CARGO: Office Boy
PERÍODO: 2005 a 2006 (10 meses)
TRAJETÓRIA: Trabalhei nesta empresa de internet sem carteira assinada até ingressar no quartel.
PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES: Pagamento de contas, entrega e recolhimento de documento e cobrança de clientes a domicilio.
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EMPRESA: Cia Zaffari Comércio e Indústria
CARGO: Empacotador
PERÍODO: 2004 (4 meses)
TRAJETÓRIA: Fui contratado como temporário para Páscoa.
PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES: Atender aos clientes com cordialidade, empacotar corretamente os produtos, fazer entrega de compras a domicilio.
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TRABALHO VOLUNTÁRIO
Foi voluntário durante 14 meses no Centro de Equoterapia Gaúcho, auxiliando pessoas portadoras das mais diversas necessidades especiais a se reabilitarem e se socializarem através desta terapia com cavalos.
FOTO DO CANDIDATO
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
“...foi o próprio Deus que ao fim de sua obra se disfarçou de serpente indo se deitar sob a árvore do conhecimento: assim ele se restabeleceu do fato de ser Deus...Ele havia feito tudo demasiadamente belo...O diabo é apenas a ociosidade de Deus a cada sétimo dia...” (by F. Nietzsche)
Título: LUDWIG WITTGENSTEIN: AFORISMOS SOBRE O JOGO DE LINGUAGEM
Autor: FABIO GOULART
PORTO ALEGRE, 2010.
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Abstract
This is a brief introductory study to the concept of language game of Ludwig Wittgenstein, a key concept not only in the thought of this philosopher, but for the whole language philosophy and contemporary philosophy generally. After reading and thinking done on the original texts of Wittgenstein leaned to the aphorism § 65 of the book Of Certitude to underpin the central idea that through language, specifically through the philosophy of language originated, it is possible transcend the limits we are used to observe the objects and traditional meanings of words.
Keywords:Aphorisms,language game,Meaning.
Resumo
Este é um breve estudo introdutório ao conceito de jogo de linguagem de Ludwig Wittgenstein, conceito chave não somente dentro do pensamento deste filósofo, mas também para toda filosofia da linguagem e para a filosofia geral contemporânea. Após leitura e reflexão feita sobre os textos originais de Wittgenstein me apoiei ao aforismo §65 do livro Da Certeza para alicerçar a idéia central de que através da linguagem, mais precisamente através da filosofia oriunda desta linguagem, é possível transcendermos os limites que estamos acostumados a observar nos objetos e nos significados tradicionais das palavras.
Palavras chave:Aforismos, jogo de linguagem, Significado.
1. A Escolha Do Tema: Introdução
Escolhi como tema deste trabalho a questão do jogo de linguagem, ou talvez seja melhor chamar de conceito de jogo de linguagem. Tomei esta decisão, pois julgo este é um conceito chave em Wittgenstein bem como para toda filosofia da linguagem.
2. Procedimentos Utilizados
Uma vez escolhido o tema, iniciei uma breve leitura do livro Da Certeza, donde fiz um apanhado de anotações e demarquei uma série de aforismos que julgo estarem relacionados entre si e entre o tema escolhido. Depois refleti sobre o tema e escrevi as considerações que serão expostas no próximo item deste trabalho. Por fim, escolhi entre todos os aforismos o que considero a viga estrutural do meu viés de raciocínio. Talvez a ordem metodológica destes passos não seja a melhor possível para o estudo deste tema, mas certamente foi a maneira que minha mente encontrou para dar sentido aos conteúdos trabalhados e atingir os objetivo central deste trabalho que é a clarificação do conceito de jogo de linguagem.
3. Considerações Pós-Reflexivas Acerca do Jogo de Linguagem
De certa forma o Wittgenstein amadurecido de “Da Certeza” pressupõe que não há qualquer espécie de essência a ser descoberta na linguagem, isto nos remete a pensar que não vamos encontrar nada além de um grande aglomerado de linguagens particulares em suas diferenças.
Encontramos no mundo as mais diversas formas de jogo. Jogos olímpicos, jogos de cartas, jogos de videogame, jogos de futebol, etc. Cada uma destas formas de jogos possui suas próprias essências, neste sentido não podemos dizer que existe uma essência única entre todas as formas de jogos. O que existe é apenas uma limitada série de semelhanças e familiaridades (tal como, a competição, o desafio, a vitória, a derrota, etc.) que permitem que todas estas diferentes práticas possam ser denominadas de “jogo”.
Se refletirmos sobre as diferentes linguagens, podemos fazer uma interessante analogia entre “jogo” e “linguagem”, onde a relação das diferentes linguagens não passa de semelhanças ou familiaridades. Wittgenstein chama os segmentos heterogêneos da linguagem, como regras e finalidades próprias de Jogo de Linguagem.[1]
Através da linguagem podemos transmitir cultura, dar ordens, contar piadas, etc. Mas o mais interessante disso tudo é o fato de que muitas vezes fazemos isso utilizando as mesmas palavras. Por isso o filósofo percebe que o significado real de uma palavra só é estabelecido dentro de um jogo de linguagem específico. Fora de um jogo a palavra está completamente destituída de significado e se inserida em outro jogo de linguagem, provavelmente assumirá uma nova significação.
Isso implica dizer que o significado de uma palavra não está nem relacionado pelo objeto que ela representa no mundo factual, nem nas entidades mentais que a pronúncia ou leitura da palavra representa. Para Wittgenstein o que realmente interessa na hora de se estabelecer o significado da palavra é o momento em que o falante consegue dizer e que o ouvinte consegue compreender estas falas. Podemos facilmente observar este fato quando, por exemplo, utilizamos gírias ou linguagem técnica em alguma conversa.
Por isso a linguagem deve ser sempre encarada como uma prática pública. Um termo vai ganhado seu significo pela aceitação e correção pública, se não for assim, não passa de um ruído ou dum mero sinal se for escrito. A sim sendo, uma linguagem privada não é linguagem. É necessário sempre mais de um indivíduo utilizá-la para que seja linguagem. Seguindo este raciocínio, devemos evitar linhas de estudo que separem a linguagem de seus indivíduos e de seus usos. Caso contrário, estaremos correndo o risco de perder muito tempo e sem avançarmos absolutamente nada em relação ao que realmente importa na linguagem... sua prática.
Quando colocada dentro do campo prático a linguagem supera o papel secundário de apenas representar as coisas que existem no mundo e passa a ter o poder de transcender os objetos, podendo assumir um significado muito além dos objetos que pode representar. Por isso para o filósofo, a partir do jogo de linguagem, a linguagem possui uma função muito mais importante do que apenas representar coisas.
4. Aforismos Interessantes e Relacionados ao “Jogo de Linguagem” Encontrados no Livro Da Certeza de Wittgenstein.
§3:
“Se, por exemplo, alguém dizer: <<Eu sei se existe uma mão aqui>>, poderia dizer-se-lhe <<Observa melhor>>. – Essa possibilidade de cada um se convencer faz parte do jogo de linguagem. Representa uma das suas características essenciais.”
§24*:
“A pergunta do idealista seria mais ou menos assim: <<Que direito tenho eu de não duvidar da existência das minhas mãos?>> (e a resposta para isso não pode se<<sei que existem>>) Mas alguém que faz essa pergunta não está considerando o fato de que uma dúvida acerca da existência apenas tem cabimento no jogo de linguagem. Daí que tenhamos, primeiro, de perguntar: O que seria uma dúvida dessas? E não compreendamos imediatamente.”
§56**:
“Quando alguém diz: << Talvez este planeta não exista e o fenômeno da luz se produza de qualquer outro modo.>>, então, apesar de tudo, essa pessoa precisa de um exemplo de um objeto que existia de verdade. Então não existe – como, por exemplo existe...
Ou devemos dizer que a certeza é apenas um ponto idealizado do qual há certas coisas que se aproximam mais, outras menos? Não. A duvida perde gradualmente o sentido. Este jogo de linguagem é justamente assim.
E tudo o que é descritivo num jogo de linguagem é do domínio da Lógica.”
§63:
“Se imaginarmos os fatos diretamente do são, certos jogos de linguagem perdem alguma importância, enquanto outros se tornam importantes. E desse modo, há uma alteração – gradual – no uso do vocábulo.”
§65:
“Quando os jogos de linguagem mudam, há uma modificação nos conceitos e, com as mudanças nos conceitos, os significados das palavras mudam também.”
§82**:
“Aquilo que conta como prova adequada de uma afirmação é do domínio da lógica. Pertence à descrição do jogo de linguagem.”
§114*:
“Quem não tiver certeza de nenhum fato, também não pode ter a certeza do significado das suas palavras.”
§306*:
“<<Eu não sei se isso é uma mão>>. Mas saberá você o que significa a palavra <<mão>>? E não diga << Eu sei o que significa agora para mim>>. E não é um fato empírico, que esta palavra é usada desta maneira?”
§369*:
“ Se eu pretendesse duvidar disto ser minha mão, como evitaria duvidar da palavra <<mão>> ter qualquer significado? Isso é uma coisa que parece que eu sei afinal.”
§456*:
“Se portanto, duvido ou estou incerto quanto a isso ser a minha mão(qualquer que seja o sentido), porque não, neste caso, quanto ao significado dessas palavras também? “
§509:
“Realmente pretendo dizer que um jogo de linguagem só é possível se confiarmos nalguma coisa (não disse <<podemos confiar nalguma coisa>>).”
§559:
“Você deve ter em atenção que o jogo de linguagem é, por assim dizer, imprevisível. Quero dizer: não se baseia em fundamentos. Não é razoável (ou irrazoável).
Está aí – tal como a nossa vida.”
§620:
“Em circunstâncias especiais, diz-se <<pode confiar nisso>>; e essa garantia pode ser justificada ou injustificada na linguagem do quotidiano, e pode também considerar-se justificada mesmo que não ocorra aquilo que se previu. Existe um jogo em que se utiliza essa garantia.”
5. Comentários Acerca dos Aforismos Selecionados
§24,306,369,456,509: Acho interessante observar nestes aforismos que mesmo quando ficamos com alguma duvida, não estamos colocando os conteúdos proposicionais em xeque. “Um jogo de linguagem só é possível se confiamos nalguma coisa”, sem que isso signifique “podemos confiar nalguma coisa.”
§82,56: Os jogos de linguagem estão sempre mudando, assim sendo, há um constante “reajustar” entre o conteúdo empírico e lógico dos jogos de linguagem. “Aquilo que conta como prova adequada de uma afirmação é do domínio da lógica.”
§63,65: Mesmo com este “reajustar”, a relação entre o empírico e o lógico do jogo de linguagem existe e nunca pode ser deixada de lado. Esta relação revela uma grande vulnerabilidade no jogo de linguagem. Qualquer alteração que ocorra aqui pode alterar o significado das palavras e dos conceitos, chegando ao extremo de poder alterar o vocábulo de uma linguagem.
6. O Aforismo Principal: Conclusão
Julgo que o aforismo principal deste trabalho é o §65 : “Quando os jogos de linguagem mudam, há uma modificação nos conceitos e, com as mudanças nos conceitos, os significados das palavras mudam também.” Isso porque, revela o quanto é frágil a nossa linguagem ao ponto de as relações do jogo de linguagem serem capazes de mudar o significado dos conceitos que muitas vezes servem de base para toda uma cultura. Visto que uma das principais atividades de um filósofo é analisar e determinar conceitos, posso supor que dentro do pensamento de Wittgenstein, nós filósofos somos grandes criadores de jogos de linguagem que não se contentam em explicar e representar o mundo empírico e passam a buscar alguma forma de transcender nossos limites.
Referências
SUMARES, M. “Sobre da Certeza de Ludwig Wittgenstein”.Ed.Contraponto. Porto, 1994.
Wittgenstein, L. “Da Certeza” Ed. Edições 70. Lisboa, 1990.
Wittgenstein, L. “Investigações Filosóficas” Ed. Nova Cultura. São Paulo, 1999.
Estou re-asfaltando este blog. A partir de agora estarei dedicando muito mais tempo a ele.
Ele passará a canalizar e globalizar minhas idéias. Logo a cima no canto direito ficará disponível uma lista de meus contatos nas redes sociais como Face, Orkut, Twitter, além dos meus vídeos do YouTube e fotos numa rede que ainda não decidi. Também vai ter uma lista com os artigos e aulas FILOSÓFICAS que criei assim facilitará a busca por conteúdo. Falando nisso: coloquei uma barra de busca do Google no topo da página.
O blog também passará a ser minha página pessoal, por isso também ali na coluna da direita colocarei links como meu currículo profissional, orientação política e religiosa, perfil operacional etc... informações mais técnicas sobre mim...AHH!!! A partir de agora também será possível acessar o blog através dos endereços WWW.FABIOGT.CO.CC e FABIOGT.CO.CC
Faltou gasolina na frente de um posto, logo pensei, estou com sorte. Mas não é que os frentistas se negaram a encher um galão padrão de 5 littros!!!
Disseram que seriam demitidos se enchessem um galão que não fosse de 20 litros. Pois a gerente os obrigam a seguir a lei que fala sobre galões de 20 litros!
Tive que perder 40 minutos da minha vida até conseguir um maldito galão de 20 Litros!
Maldita burocracia ! Antigamente eu via frentistas empurrando o carro do CLIENTE até o posto... Parece que cordialidade e a camaradagem foram extintas entre os homens.
Você também não acha isto?
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Olá a todos !!!
Mas bá... De repente já estamos em Fevereiro de 2011.
2010 foi um ano muito bom para mim.
Terminei meu estágio de docência e tirei nota 10.
Apresentei minha monografia e tirei nota 10.
Nos mudamos para nossa casa própria.
Troquei de emprego para um mais relacionado com o que eu gosto.
2010 foi bom...
Mas já foi...
Já estou trabalhando o 2011 e tenho muitos objetivos.
1° Me formar na faculdade.
2° Conseguir um novo emprego, promoção ou passar num bom concurso público.
3° Entrar num curso de Inglês.
4° Gravar uma demo e conseguir umas apresentações com minha banda. (LOGUS!!!)
5° Conseguir uma boa bolsa de Mestrado.
6° Começar a aumentar minha casa
7° Se tudo der certo, “encomendar” nosso primeiro filho(a)
Vou fazer assim, sempre que eu conseguir um destes objetivos vou postar aqui no blog e no fim do ano vamos fazer um “balanço”.
1.Recomento que levem TUDO que foi dado nas aulas de filosofia para realizar a prova.
2.A prova terá 5 questões, cada uma vale 10 pontos, então a prova vale 50 pontos. Devido a isto, todos ainda tem chance de serem aprovados.
3.Do texto “A filosofia e o filosofar é necessário saber que:Ao contrario de outras matérias que tem seu valor em suas formulas (matemática, física), ou das que tem seu valor na relevância histórica (história, geografia), a filosofia tem seu valor no ato de filosofar. Este ato não ocorre num laboratório e sim no interior da mente de cada um. Filosofar clareia nossa compreensão acerca de si mesmo e do mundo que nos rodeia.Quando a pessoa filosofa “encontra a si mesmo”, cria uma identidade própria. Todos podemos e devemos filosofar, para isso precisamos seguir alguns passos como Curiosidade, Interpretação, Expressão, Argumentação e Reflexão.
4.O ARGUMENTO é formado por 3 partes:
1.Premissa de TESE
2.Premissa de ANTÍTESE
3.Síntese ( CONCLUSÃO + OPINIÃO)
A única regra para um bom argumento e que as premissas não podem contradizer a conclusão. Também devemos ter cuidado para sermos o mais imparcial possível até apresentarmos nossa opinião.
5.O texto “Filosofia, suas eras e Áreas” está superfácil de ser entendido, basta uma leitura rápida que as repostas necessárias para a prova serão todas sanadas.